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Grupo de Trabalho/Equipe:
GTT1 - SMARTPHONE NA SALA DE AULA
Alexander Protta Ribeiro
Cristiane Bosich Antunes
Flávia Maria Venâncio
Isabela Dutra Laureano Fayer
Janaína Aparecida Rabelo
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Polo: Juiz
de Fora
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Tutor(a):
Roberta Müller Sacafuto
Scoton
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Professor:
Octavio Silvério de Souza
Vieira Neto
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Disciplina:
TECNOLOGIA
DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TICs I
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1
- Nome do Projeto:
IMPLEMENTAÇÃO DO USO DO SMARTPHONE COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA.
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– Questão/Problema:
Como melhorar o desempenho dos alunos e
promover uma educação inovadora com o uso das TICs (Tecnologias da Informação
e Comunicação)?
Percebe-se um
crescente desinteresse dos alunos pela educação e as dificuldades de ensino e
aprendizagem vivenciadas na escola. Analisando as pesquisas disponíveis no
site da CETIC.BR, estas apontam o celular como ferramenta de grande acesso
entre alunos e professores. A união dessas informações nos levou a pensar no
smartphone como ferramenta alternativa para uma educação inovadora em sala de
aula. Ferramenta inclusiva, que possibilita o diálogo com os alunos e
autonomia e criatividade na construção do conhecimento.
Em muitas
escolas o uso do smartphone é proibido, inclusive diante de leis municipais,
e em outras escola é pouco utilizado. Na era atual as tecnologias podem e
devem ser utilizadas como ferramentas pedagógicas.
Segundo pesquisas, essas ferramentas são de fácil
acesso aos alunos, pais e professores e entendemos que não podemos
ignorá-las, mas nos programarmos para implementar seu uso na escola.
Como educadores
devemos fazer acontecer essa tecnologia dentro da sala de aula ,temos que
criar argumentos para que sejam aceitos por todos.
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3
– Público Alvo:
Alunos e
professores da educação básica do ensino fundamental (iniciais e finais) e
ensino médio, respeitando e direcionando as atividades de acordo com a faixa
etária e matriz curricular de cada instituição.
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4
– Disciplinas envolvidas:
Como o plano de
ação é voltado para a escola e não a uma série ou disciplina específica,
compreendemos que todas as disciplinas podem utilizar este plano
individualmente e/ou interdisciplinarmente.
No caso da ação
com o software REMID todas as disciplinas do ensino médio que possuem ligação
direta com o modelo de conteúdo proposto pelo PISM-UFJF e o ENEM podem
utilizar este plano de intervenção.
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5
– Conteúdos explorados e contextualizados:
O conteúdo
explorado será contextualizado ao que já está previsto na matriz curricular
da escola, indicado para cada ano da educação básica. Os vídeos e sites
sugeridos deverão se adequar à realidade de cada aluno, o que pode ser medido
pelo interesse e sugestões dos alunos.
De acordo com a
proposta da matriz curricular o professor irá lançar um tema de pesquisa,
sugerir vídeo-aulas e sites que abordem o tema e permitam uma interação
dialógica com o conhecimento em questão. Os alunos irão pesquisar e indicar
sugestões além das propostas pelo professor.
Os professores
em comum de uma determinada série devem ser cadastrados nas turmas virtuais
dos demais, fazendo com que as abordagens sejam de comum acesso a todas as
disciplinas. Desta forma o trabalho interdisciplinar poderá ser efetuado em
qualquer postagem. Ainda que seja uma postagem de matemática, se o professor
de português achar pertinente, poderá aproveitar a postagem e indicar
atividades sobre ela para sua disciplina.
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6
– Justificativa:
Segundo
notícias do portal de noticias da Cetic.br da pesquisa TICs de 2016, Lúcia Maria de S. Fagundes do
site Cetic.br comenta que o celular é uma importante ferramenta e a maneira
mais viável de se chegar aos alunos, diretamente ligado às suas vivências. As
pesquisas TICs com relação ao celular na educação vêm mostrando que ele é
recurso tecnológico ao alcance de todos, professores e alunos. Bastaria à
escola investir em internet de qualidade e uma política de uso, e não sua
proibição, para um processo satisfatório de produção de conhecimento. A
pesquisa TICs de 2016 sobre uso do celular em atividades pedagógicas traz os
seguintes dados:
Entre professores: - 91%
usam internet para uso pessoal (em 2011 era 15%, ou seja, um
crescimento de 76%)- 49% dos professores pesquisados (91%) usam em atividades
com alunos (crescimento de 10% desde 2011)- 40% dos docentes de escola
pública usam internet em sala de aula, sendo somente 26% se conectam à
internet devido ao acesso limitado segundo Alexandres Barbosa, gerente do
Cetic.br. O que mostra um crescimento do uso pedagógicodo dos professores com
celular e internet nas escolas.
Entre estudantes:
31% usa internet pelo celular na escola (sendo destes 30% de escolas públicas
e 26% de escolas privadas). A pesquisa atribui o baixo índice de acesso dos
estudante à limitação que as escolas fazem de seus wifis, 92% possuem mas 61%
não libera aos alunos. Com base nestes dados, sugerimos que as atividades aqui propostas sejam
extra-classe, visto que nem toda escola disponibiliza wifi com qualidade.
Neste sentido, propor o uso do smartphone
como ferramenta tecnológica para os processos de ensino e aprendizagem, vem
confirmar o avanço do uso desta tecnologia, deixando de ignorá-la ou
proibi-la, mas utilizando-a como parceira para facilitar a aprendizagem.
Vi um processo de sala de aula invertida,
o conhecimento será introduzido pela pesquisa dos alunos; que irão buscar as
informações sobre o conceito em casa, através de suas pesquisas e utilizando
sua criatividade e motivação trarão para a escola suas conclusões e dúvidas,
desta forma o conteúdo será contextualizado às suas realidades e interesses.
Segundo JUNIOR (2016, p.3), “Nesse
sentido, o interesse concentra-se em ampliar e diversificar o ambiente de
estudo, além de permitir que os alunos tenham acesso, indefinidas vezes, às
aulas e recursos disponibilizados por seus professores”.
Partindo desta perspectiva professor vai
mediar as trocas de informações, trazendo atividades que favoreçam o
conhecimento. Tudo proposto e mediado
pelos professores através do suporte tecnológico online dos aplicativos
Remind ou Google Classroom.
Compreender o
uso do smartphone como ferramenta que não deve ser abandonada, mas utilizada
de forma consciente com os alunos, para melhorar a qualidade das informações,
contribuindo para o processo de ensino e aprendizagem em sala de aula e fora
da escola.
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7
– Objetivos:
●
Proporcionar maior rapidez na troca de
informações complementares dos conteúdos do PISM e ENEM, já que esses são em
grande volume;
●
Aproximar o estudante do seu universo, e
para que seja bem sucedido o professor precisa aprender a lidar com a
ferramenta para a construção de uma aprendizagem otimizada;
●
Conscientizar o aluno sobre a real
necessidade de aliar o celular ao aprendizado e como fazê-lo;
●
Facilitar o processo de aprendizagem através
do uso de classe de aula virtual: classroom ou remind;
●
Proporcionar maior dinamismo na
aprendizagem, tanto em sala presencial quanto virtual;
●
Permitir ao
aluno e ao professor interatividade nos conteúdos propostos;
●
Proporcionar
intertextualidade e intratextualidade, multivocalidade, navegabilidade
através dos hipertextos, chats e fóruns entre alunos/alunos, alunos/professor
e professor/professor;
●
Provocar o
entusiasmo pela pesquisa;.
●
Criar autonomia
do aluno através da educação via smartphone.
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8
– Artefatos e recursos digitais utilizados:
No
planejamento do PAPI foram utilizados os aplicativos GOOGLE como a planilha
digital, para sugestão de ações na
construção do projeto, agenda para marcar eventos e encontros presencias
virtuais como o hangout, e o plano de ação para postar as decisões que foram
adotadas colaborativamente. O mesmo processo deverá ser adotado na gestão da
implementação do uso do smartphone na sala de aula pelos professores e
gestores da escola.
Usamos o google classroom como aplicativo de teste na construção do PAPI
e o colega Alexander já teve uma experiência com o Remind em sua escola.
Estes aplicativos constituem o suporte para gestão de aulas invertidas.
Nestes serão postados os links sugeridos pelos professores e nos comentários
os alunos poderão sugerir outros que forem encontrados em suas pesquisas.
Tudo mediado pelo professor.
Segundo experiência do integrante Alexander o Whatzzap não seria o
aplicativo ideal, pois fica vinculado ao telefone do professor o que pode
causar transtornos. Os demais aplicativos sugeridos estariam vinculado a um
e-mail .
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9
– Planejamento e Desenvolvimento:
-
Propor à escola
- direção, coordenação e professores o uso do smartphone em sala. Tanto para
introduzir quanto para auxiliar o desenvolvimento dos conteúdos.
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Depois da
proposta aprovada, criar uma planilha de ações, entre professores e gestores
para coordenadas as atividades, rotinas e agenda de trabalho com smartphone.
-
Criar entre os
professores um chat ou video-conferência, no whatzapp ou hangout, conforme
decisão da maioria, para tirar dúvidas e/ou compartilhar experiências sobre a
atividade.
-
Desenvolver uma
aula experimental com os alunos envolvidos para entenderem como funcionará as
próximas aulas, além de propor uma atividade onde permitam pesquisar sobre o
assunto para nortearem as ideias.
-
Para o
aplicativo REMIND ou CLASSROOM (os professores deverão, democraticamente,
escolher um dos dois aplicativos): Apresentar o aplicativo às turmas
e no caso de alunos menores de idade, enviar aos responsáveis um
pedido de consentimento e permissão
para que eles usem o email de um dos parentes próximos. Programar o uso:
semanal, quinzenal, mensal ou livre.
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Habilitar os professores
a visualizar e trabalhar com o potencial dos aplicativos e mecanismos de busca e pesquisa no
smartphone em sua prática diária. Exemplo: Sites com gêneros textuais
diferenciados e que permitam interação, Blockgames, Racha cuca, Smartkids,
Youtube, Google, Khan Academy, aplicativos que trabalham mapas e museus
virtuais, etc.
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Os softwares e
aplicativos acima serão postados nas salas de aulas virtuais como atividades
curriculares complementares de os professores devem aplicar estratégias para
monitorar os alunos para que o uso do smartphone não perca seu foco.
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Comentários dos
alunos, tanto nas postagens quanto em sala de aula podem servir de temas para
futuros trabalhos, proporcionando, assim, uma aprendizagem contextualizada em
suas realidades e interesses.
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Todas as
atividades serão realizadas extra classe, de maneira complementar, desta
forma alunos que possuem smartphone
poderão utilizar de algum responsável ou realizar a atividade em dupla.
Permitindo assim, que todos sejam inseridos no processo. O professor deve
organizar um questionário entre os alunos para saber quais possuem celular ou
podem utilizar de familiares para desenvolver as tarefas.
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Avaliação será
diagnóstica, processual e formativa ao se
basear na participação, comentários e cumprimento das tarefas das propostas no aplicativo Remind ou Google
Classroom.
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10
– Resultados Esperados:
(apresentar quais são os resultados
esperados ao se realizar o PAPI)
A
partir dos objetivos e justificativas propostas neste PAPI, espera-se que o
professor tenha maior domínio das ferramentas tecnológicas, bem como o uso do
smartphone como facilitador em sua prática. Permitir ao aluno maior interesse
das disciplinas, pois uma vez que
o universo do aluno é inserido no contexto escolar absorver conteúdos
didáticos fica muito mais prazeroso, além de possibilitar
interdisciplinaridade entre todas as áreas.
Desta forma o processo ensino-aprendizagem será via uma educação
ubíqua e interativa, onde o aluno
aprende a seu tempo e em qualquer lugar, através do uso do smartphone,
promovendo maior autonomia, motivação, elevação da auto-estima em uma
aprendizagem mediada pelo professor. Todos os atores envolvidos em um trabalho
colaborativo virtual.
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Referências:
Celular em sala de aula, proibir ou não?
Revista Nova Escola, Ed. online. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/102/celular-em-sala-de-aula Acesso em: 18/dez/2017.
GOOGLE
CLASSROOM. GTT1 - SMARTPHONE NA SALA DE AULA. Disponível em: <https://classroom.google.com/c/Njc2MTM2MDA2N1pa>. Acesso em: 13 fev 2018.
Jogos educativos. Disponível em: https://blockly-games.appspot.com/?lang=pt-br. Acesso em: 13/02/2018.
JUNIOR,João Batista B.; MENDES, Ana Gardenia
L.; SILVA, Nataniel M. da Silva. Sala
de Aula Invertida e Tecnologias Digitais: uma experiência numa Escola Pública
em São Luís - MA. Art19, vol18, edição tematicaIII- I SNTDE 2016.
Disponível em: <http://tecedu.pro.br/wp-content/uploads/2017/02/Art19-vol18-edi%C3%A7%C3%A3o-tematica-III-I-SNTDE-2016.pdf>. Acesso em: 11 fev 2018.
Oito razões para defender o uso do celular na
sala de aula. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=yC77XULUAa4 Acesso em: 20/12/2017.
Site educativo. Disponível em: http://www.fundacaolemann.org.br/khan-academy/ Acesso em: 14/02/2018.
REMIND. Fundação Lemann. Disponível em:<http://www.fundacaolemann.org.br/remind/->. Acesso em: 11/02/2018.
SANTAELLA, Lúcia. Desafios da ubiquidade para a educação. Revista Ensino Superior
Unicamp 1. Disponivel
em:<https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/edicoes/edicoes/ed09_abril2013/NMES_1.pdfhttps://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/edicoes/edicoes/ed09_abril2013/NMES_1.pdf>. Acesso em: 10 fev 2018.
TIC
EDUCAÇÃO 2016. Cetic.br pesquisa o uso
de celular por alunos para a realização de atividades escolares.02 de
agosto de 2017. Disponível em: <http://cetic.br/noticia/cetic-br-pesquisa-o-uso-de-celular-por-alunos-para-a-realizacao-de-atividades-escolares/>.
Acesso em: 11 fev 2018.
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